Esfinges são grandes felinos alados, detentoras de conhecimentos ancestrais.

Todos os felinos são sua descendência — as esfinges, espertas, mudaram de tamanho e esconderam suas asas com a emergente Era dos Homens. Dragões deixaram de acontecer, fadas e fungos tornaram-se reclusos, mas as esfinges continuaram sendo senhoras da sabedoria oculta.

São entidades brincalhonas e territoriais. Quando descobriram que apenas a humanidade se comunicava através da fala, encontraram diversão em enigmas complexos demais para serem desvendados, apenas para brincar com as mentes destas presas tão especiais antes de devorá-las.
São criaturas noturnas que se revelam somente após o pôr do Sol, quando abrem as asas para caçar pelo Mundo.
Obviamente, ninguém conhece o segredo das esfinges, a não ser as próprias esfinges. Quando humanos descobrem seu segredo, acabam devorados se houver fome ou amaldiçoados. Caso não haja fome e haja preguiça demais para lançar uma maldição, a esfinge irá convencer seu familiar de que ninguém irá acreditar nele.
Enquanto dragões têm personalidades que evocam o masculino, as esfinges têm todas personalidades femininas — e, como os dragões, são seres assexuados.
Algumas esfinges aceitam familiares humanos, mesmo sob o disfarce de felino doméstico.
São criaturas extremamente orgulhosas e inteligentes, com conhecimento sobre os Arcanos do Passado, Presente e Futuro e não aceitam a subserviência ou prevalência do Mundo dos Homens.

“Eu não sou o familiar deste humano, ele é meu familiar!”
O mundo pertence às esfinges.
