Entre os ancestrais humanos, estes eram os mais covardes e são chamados “homens-jovens” pelos demais por terem demorado muito tempo para deixarem as cavernas onde nasceram e desbravar o mundo afora. Eles temiam a escuridão, o frio e as bestas – desejavam a luz, mas não se aproximavam e apenas quando esta veio até eles que deixaram o conforto de suas tocas. Suas tribos nasceram no Sul da Fractura e se espalharam pelo mapa. Este evento ficou conhecido como a Diáspora dos Mais Novos.

HOMENS-JOVENS

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HISTÓRIA ANTIGA

No Ocidente, as tribos dos homens se dispersaram como caçadores-coletores e, com o tempo, acabaram apadrinhadas por raças humanas mais antigas que se desenvolveram antes deles — anões, como chamaram os duarani, os ensinaram a arte da arquitetura, do trabalho manual e a valorização do lar e da estabilidade, e os elfos lhes transmitiram parte de seu conhecimento mágico. Mas, por muito tempo, os homens-jovens da Borda Oeste viveram na barbárie, principalmente nas regiões centrais. Apenas através dos anões começaram a estabelecer comunidades sedentárias e melhor desenvolvidas.

FISIOLOGIA E FISIONOMIA

Embora tenham desenvolvido sua individualidade tardiamente, mostraram-se bastante capazes, ocupando um espaço entre os elfos e anões no que envolve seus atributos físicos. Por serem grandes e fortes se comparados aos elfos, são bons combatentes e capazes de vestir armaduras mais pesadas, necessárias para sua proteção, pois, embora mais fortes, não se comparam aos anões e gigantes em resistência, força e tamanho.

Os homens-jovens têm uma altura média de entre 1,70 e 1,80 metros e podem viver até um século, quando saudáveis.

CULTURA E COSTUMES

Os homens-jovens têm por costume utilizar de roupas e acessórios escandalosos com o intuito de se destacar entre os semelhantes e tentar imitar aqueles que ocupam posições mais elevadas dentro daquela sociedade.