Humanidade é um termo guarda-chuva que faz referência às raças da espécie humana que habitam o Mundo Conhecido. Exatamente, raças humanas. Embora haja controvérsias no que diz respeito ao senso comum, a maioria das raças que hoje habitam o mundo compartilham um mesmo ancestral¹ em comum, cuja natureza e fisionomia são desconhecidas, mas cujas marcas de seu comportamento, por exemplo, se fazem presentes ainda hoje.

Este ancestral nasceu na escuridão das cavernas, das sombras e do barro, atraído pela luz do mundo exterior e, quando confrontado pelo mundo hostil em que havia se inserido, recorreu aos poderes maiores e mais antigos que regem os diversos aspectos do mundo — assim, se desenvolveu a prática religiosa.

Estudiosos afirmam que a religião, do antigo releigare², é uma forma primitiva de compreender a troca de potências entre o Princípio e o Mundo e que deuses são a manifestação mais primitiva desta energia espiritual-pneumática. Quando os humanos recorrem ao Sagrado, e este atende, entende-se o fenômeno como um contrato entre uma força passiva e multimanifesta, o Espírito, e uma força ativa e ordenadora, a humanidade, que confere função ao Espírito dentro de uma Ordem Sacra.

Muito pouco se sabe sobre este ancestral compartilhado pelas raças humanas, mas algumas hipóteses a cerca de sua aparência, por exemplo, podem ser levantadas com base na observação das raças contemporâneas. É possível tomar nota também da forma como estes povos antigos viviam – anões, por muito tempo, preferiram as profundezas, enquanto os gigantes odeiam espaços apertados ou ao nível do mar, almejando sempre as alturas; homens-jovens estão em um meio termo, sentem-se confortáveis com seus lares, mas sempre desejam conhecer mais. Talvez, heranças deixada por antepassados.

¹ Importante citar que a adaptação desses Ancestrais não ocorreu de forma espontânea ou natural, mas sim de forma milagrosa. Foi durante este período de dificuldades, que os nossos ancestrais conheceram os agentes invisíveis que olhavam por nós. Estes agentes, espíritos, divindades, ouviram as preces destes povos e atenderam-nas, presenteando-os com características únicas que os auxiliassem em sua sobrevivência. Estes atributos únicos, e o custo a ser pago por eles, é o que torna cada raça da espécie humana única.

² O termo releigare, do humus primitivo, traduz-se para o contemporâneo como “tratar com cuidado, unir e manter vínculo através de reverência ritual”.

As raças humanas apresentam todas pele terrosa, geralmente bastante escura, em razão de sua origem da carne do barro da terra.


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